segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Não posso deixar de não escolher: Profissões que não vão mudar o mundo


A proximidade das provas do vestibular e do ENEM nos fez pensar em como este blog pode ser útil de alguma forma. Daí que, após uma entrevista exibida na TV por um conceituado telejornal vespertino, resolvemos iniciar a série PROFISSÕES QUE NÃO POSSO ESCOLHER. Quase um guia de realidade aos jovens, incautos, que deixam as fileiras do ensino médio em busca de uma profissão que lhes dê, no mínimo, respeito familiar. Incitado pela citada reportagem, irei iniciar pela ousada profissão de nutricionista.





A profissão de nutricionista começou nos remotos tempos do Egito antigo, quando os nutricionistas eram responsáveis pelos banquetes oferecidos pelos faraós. Nesta época, gozavam de grande respeito na sociedade e eram conhecidos de maneira mais técnica como cozinheiros. Com o passar do tempo, a profissão ganhou novos significados e passou a divulgar a equação que se faz entre a composição dos alimentos e seus impactos ao organismo. A pesquisa é feita pelos médicos e os gráficos de impacto pelos estatísticos, o que deixou aos nutricionistas a nada saudável tarefa de comunicar os resultados em linguagem humana: "Sal faz mal aos hipertensos, etc". Hoje já não se exige que o nutricionista siga suas próprias recomendações (há muitos no que conhecemos como estágio de obesidade mórbida em atividade), além de não ser tão difícil constatar que a comida servida nos lugares em que a cozinha é orientada por nutricionistas, é sempre de péssimo gosto, vide o bandejão da UFF e as famosas refeições hospitalares. Portanto, jovem, se você quer conhecer os alimentos, seus componentes e seus impactos no organismos opte por química ou medicina, mas se seu caso for tabular no excel, sua profissão é estatístico. Aliás, acabei de prever que... excesso de gordura faz mal!

domingo, 7 de agosto de 2011

É meu Picasso de óculos

A última vez que a gente foi a uma exposição, provavelmente entendia mais de arte do que hoje, não porque entendesse mesmo, mas porque não precisava fazer cara de quem tava entendendo pra sobreviver nas micaretas vanguardistas a que vez por outra nos convidam.

Como isto aqui nada mais é que a nossa licença ao exercício pleno da ignorância, convidamos todos os 3,1416 leitores deste blog a uma breve reflexão dominical:

Se esta figura...

Oi, sou eu mesmo, o Boi Bandido

é mesmo o Boi Bandido,


É sério, porra, é que eu tô fazendo dieta e spinning


Então, talvez, o cartaz da exposição multimídia (palavra tão serelepe quanto releitura) vibrosidades&vibrolução...


serelepe&serelepe

seja mais que a mera celebração, geométrica e disforme, da criança descobrindo os desafios infinitos da arte do paintbrush. Ele é, talvez também, o produto final de uma sequência de cartazes que captam a essência absoluta da criatura numa imagem tão concisa quanto possível
, imagem cuja matriz figurativa está representada abaixo:



Pela atenção, obrigado.